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Antigo Hospital Maria Amélia Lins vai virar instituto de cirurgias oftalmológicas do SUS em BH

Hospital Maria Amélia Lins, na Região Hospitalar de Belo Horizonte. Reprodução/TV Globo O prédio onde funcionava o Hospital Maria Amélia Lins, em Belo Hor...

Antigo Hospital Maria Amélia Lins vai virar instituto de cirurgias oftalmológicas do SUS em BH
Antigo Hospital Maria Amélia Lins vai virar instituto de cirurgias oftalmológicas do SUS em BH (Foto: Reprodução)

Hospital Maria Amélia Lins, na Região Hospitalar de Belo Horizonte. Reprodução/TV Globo O prédio onde funcionava o Hospital Maria Amélia Lins, em Belo Horizonte, vai abrigar um instituto de oftalmologia 100% voltado para pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). A previsão é que os atendimentos comecem em dezembro. A nova unidade será administrada pela Santa Casa BH e terá capacidade para realizar 500 cirurgias oftalmológicas por mês. A instituição prevê investir quase R$ 5 milhões na estrutura. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MG no WhatsApp O acordo para uso do prédio foi formalizado nesta terça-feira (1º), durante uma reunião entre representantes da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), Santa Casa BH e das secretarias de Saúde de Minas Gerais e de Belo Horizonte. Parte dos procedimentos oftalmológicos atualmente realizados pela Santa Casa na Avenida Alfredo Balena será transferida para o novo instituto. Segundo o provedor da instituição, Roberto Otto, a mudança também permitirá ampliar a capacidade de atendimento. "A gente tem um espaço onde funciona o pronto-socorro hoje. Ele vai aumentar a capacidade para outros procedimentos de oftalmologia", afirmou. A partir de abril de 2027, a unidade também deve passar a oferecer diálise peritoneal, tratamento utilizado para substituir parte das funções dos rins e filtrar o sangue dentro do próprio corpo. Agora no g1 Fechamento do Maria Amélia Lins Os atendimentos no Hospital Maria Amélia Lins começaram a ser reduzidos em dezembro de 2024, após problemas no bloco cirúrgico. O fechamento provocou a transferência de servidores e serviços para outras unidades da rede estadual e foi parar na Justiça. O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) chegou a obter uma decisão que determinava a reabertura do bloco cirúrgico e de 41 leitos. O órgão argumentou que a redução dos serviços havia contribuído para a sobrecarga do Hospital João XXIII, que absorveu parte dos atendimentos, principalmente na área de ortopedia. Posteriormente, a Justiça suspendeu a ordem de reabertura e manteve o Hospital Maria Amélia Lins fechado até o julgamento final do caso. O governo estadual argumentou que a transferência dos serviços havia sido planejada para reorganizar a rede e melhorar a assistência. Nesta terça, o secretário estadual de Saúde, Fábio Baccheretti, afirmou que a transferência das cirurgias ortopédicas para o João XXIII não provocou sobrecarga na unidade. Segundo ele, a concentração dos pacientes em um hospital que já dispõe de tomógrafo, bloco cirúrgico e equipes especializadas reduziu o tempo médio de internação e aumentou a rotatividade dos leitos. O governo considera que a transformação do antigo Maria Amélia Lins em um instituto de oftalmologia é a melhor destinação para o imóvel. Leitos vazios no Hospital Maria Amélia Lins, em Belo Horizonte Redes sociais LEIA TAMBÉM: Inmet emite aviso de perigo potencial de tempestade em BH e outras 557 cidades de MG; veja lista VÍDEO: muro cai durante vazamento em Estação da Copasa, no Barreiro

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