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Após incêndio em Juiz de Fora, Corpo de Bombeiros orienta moradores sobre retorno para casa

Incêndio no Centro de Juiz de Fora começou na geladeira de apartamento Corpo de Bombeiros/Divulgação Os moradores de imóveis localizados no entorno do apar...

Após incêndio em Juiz de Fora, Corpo de Bombeiros orienta moradores sobre retorno para casa
Após incêndio em Juiz de Fora, Corpo de Bombeiros orienta moradores sobre retorno para casa (Foto: Reprodução)

Incêndio no Centro de Juiz de Fora começou na geladeira de apartamento Corpo de Bombeiros/Divulgação Os moradores de imóveis localizados no entorno do apartamento que pegou fogo na tarde de terça-feira (29), no Centro de Juiz de Fora, estão autorizados a retornarem para suas casas. A informação foi repassada pelo Corpo de Bombeiros, nesta quarta-feira (30), após realização de vistoria técnica do local. A orientação da corporação é manter o local arejado para evitar a inalação de fumaça. Já os moradores do apartamento onde o fogo começou ainda aguardam para retornarem ao imóvel. Segundo os bombeiros, medidas corretivas dos danos devem ser realizadas antes de eles voltarem para a casa. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Zona da Mata no WhatsApp O incêndio, que aconteceu na rua Jarbas de Lery Santos, começou em uma geladeira e se alastrou pela cozinha do imóvel. Nove pessoas precisaram ser resgatadas e foi feita a ventilação mecânica do ambiente para eliminar a fumaça e permitir o trabalho dos Bombeiros. Bombeiros orientam sobre volta para imóveis onde um incêndio foi registrado Em entrevista ao g1 Zona da Mata, o Tenente do Corpo de Bombeiros, Daniel Bridi, explicou que o retorno para um local onde aconteceu um incêndio deve ser feito após o fim da atuação emergencial e quando as condições de acesso forem seguras. Mas isso não significa que o imóvel está automaticamente liberado: “Dependendo da intensidade e dos danos provocados pelo incêndio, o imóvel deverá passar por avaliação de profissionais habilitados, especialmente quanto à estabilidade estrutural e às instalações elétricas e de gás”, destacou Bridi. Por isso, a corporação recomenda: Não entrar novamente apenas porque não há mais chamas ou fumaça; Respeitar o isolamento e as orientações dos órgãos que estiverem atuando; Observar danos estruturais: trincas importantes, deformações, lajes ou telhados afetados, paredes deslocadas, elementos carbonizados e sinais de colapso exigem avaliação técnica. Em situações de comprometimento da edificação, a avaliação por profissional habilitado ou pela Defesa Civil é fundamental antes da reocupação; Não religar a energia elétrica por conta própria se a instalação tiver sido atingida pelo fogo, calor ou água do combate. Cabos, quadros, tomadas e equipamentos podem ter sofrido danos não aparentes. Instalações elétricas precisam oferecer segurança contra choques e novos incêndios; Não restabelecer o gás antes de verificar a instalação, principalmente quando mangueiras, reguladores, tubulações, botijões ou outros componentes tiverem sido expostos ao calor. Ficar atento à possibilidade de novos focos de incêndio. Materiais podem continuar em combustão lenta mesmo depois da extinção aparente do incêndio; Não consumir alimentos ou medicamentos expostos diretamente à fumaça, calor ou produtos utilizados no combate sem avaliar sua segurança; Em incêndios relevantes, a reocupação pode depender de diferentes avaliações: estrutural, elétrica, gás e demais sistemas atingidos. A necessidade varia conforme os danos encontrados. *Estagiária sob supervisão da editora Gracielle Nocelli LEIA TAMBÉM: Incêndio atinge apartamento no Centro de Juiz de Fora; nove moradores são resgatados VÍDEO: Fogo atinge floricultura em Barbacena; suspeita é de incêndio criminoso ASSISTA: Incêndios em vegetação em Juiz de Fora Incêndios em vegetação em Juiz de Fora VÍDEOS: veja tudo sobre a Zona da Mata

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